Author Archive for fernando

quintas - soma AUDIAVIZÚ no novo Espaço Cultural Terra Vermelha

setembro 6th, 2009 by fernando

Uma experimentação sensorial na qual músicos e artistas performáticos  criam a partir de diferentes tipos de arte,   aguçando os sentidos e convidando-os a participar.

Programação:  Vj Soma Zasnova art e Convidados

Serviço:
quando: Quintas 10, 17, 24 de Setembro das 21h as 23h
R$3
onde:
Espaço Cultural Terra Vermelha (www.terravermelha.art.br) QSB 13 Taguatinga Sul
classificação 18 anos

II PIRI JAZZ FESTIVAL + FESTA PÁ PIRI PIRÁ – PIRENÓPOLIS (GO)

agosto 17th, 2009 by fernando

FESTA PÁ PIRI PIRÁ

No último fim de semana de Agosto em Pirenópolis GO vai ocorrer o II Piri Jazz Festival dos dias 28 a 31(programação abaixo).  Após esse evento, no Espaço Eco Lound começará a festa Pá Pirá Piri na Rua do Bonfim 27 - Centro Histórico.

28 de Agosto SEX.

CARROÇA SOUD SYSTEM E CONVIDADOS

29 de Agosto SAB.

DJ/MC GÉRSON DE VERAS

VJ  SOMA

II PIRI JAZZ FESTIVAL (fonte overmundo)

Fora do grande eixo-cultural, cidade histórica de Pirenópolis, em Goiás, afirma-se como novo pólo de jazz no Brasil

Com seus casarões seculares (tombados como patrimônio histórico nacional), o município de Pirenópolis é retrato vivo da história de Goiás. Cercada por natureza exuberante, a cidade oferece agradável - e bucólica - estada a seus visitantes. São vários atrativos naturais: cachoeiras, reservas ecológicas, parques e mirantes. Além de farta culinária e das tradicionais festividades folclóricas locais. Agora: imagine tal cenário com a ambiência coll do jazz. Essa é a climática proposta do II PIRI JAZZ FESTIVAL, que vai encher de música as ruas centenárias da cidade, entre os dias 28, 29 e 30 de agosto de 2009. Todas as apresentações acontecem ao ar livre, na Rua do Rosário, a partir das 19h00, e são gratuitas.

A iniciativa é importante. Especialmente, no sentido de consolidar Pirenópolis também como um dos mais importantes pólos culturais do Centro-Oeste. A segunda edição do festival terá grandes nomes do gênero no Brasil. Dentre eles, o brasiliense Hamilton de Holanda, que virá com seu quinteto. É uma das formações mais premiadas e reverenciadas do mundo. O quinteto angariou duas indicações para o Grammy (melhor disco instrumental e jazz) e Prêmio Tim (melhor grupo e solista). Hamilton de Holanda, por sua vez, é considerado um gênio do bandolim, ao ter reinventado o instrumento: de oito para dez cordas.

O contrabaixista Paulo Russo, grande expoente do instrumento, no Brasil e no mundo, vai mostrar sua aprimorada técnica de 30 anos de carreira. Outra atração confirmada é Marco Lobo, um apaixonado pela pesquisa de sons e ritmos. Lobo acompanhou grandes nomes da MPB, como Elba Ramalho, Marisa Monte, Ivan Lins, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Titãs, é outra atração confirmada.

A exemplo da primeira edição (que homenageou o saxofonista Márcio Montarroyos, então recentemente falecido), este ano o evento fará homenagem a um grande instrumentista brasileiro, o contrabaixista Luizão Maia. Considerado um dos maiores contrabaixistas da música brasileira, criador de um estilo único de tocar que influenciou toda uma geração, ao longo de sua carreira Luizão Maia acompanhou, em shows e gravações, vários artistas, como Tom Jobim, Cartola, Elis Regina, Clara Nunes, Luiz Gonzaga, Nara Leão, Nélson Cavaquinho, Gal Costa, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, George Benson, Lisa Ono e Janis Joplin, entre outros, num total superior a mil gravações realizadas. Foi baixista da Elis durante treze anos. Morou no Japão, onde tocou com Herbie Hancock, Wayne Shorter e Sadao Watanabe. Faleceu em 2005, no Japão.

O objetivo do II PIRI JAZZ FESTIVAL é divulgar a música instrumental na região Centro-Oeste e, consequentemente, consolidar-se como referência musical numa cidade que já é centro de turismo e gastronomia. Com ótima estrutura hoteleira e de restaurantes, Pirenópolis se qualifica como local ideal para eventos de porte. Em sua primeira edição, o festival teve presença de um público estimado em cinco mil pessoas, que compareceram à Rua do Rosário, no centro da cidade, onde o palco é montado.

II PIRI JAZZ FESTIVAL – PIRENÓPOLIS (GO)  - Programação:

* 28/08 – SEXTA – 19 h

ADEMIR JUNIOR QUARTETO (BSB)

- ADEMIR JUNIOR – SAX

- PEDRO MARTINS – GUITARRA

- MARCELO MAIA – BAIXO

- GUILHERME SANTANA – BATERIA

CELSO PIXINGA TRIO (SP)

- CELSO PIXINGA – BAIXO

- BRUNO ALVES – PIANO

- GIBA FAVERY – BATERIA

BOCATO QUARTETO (SP)

- BOCATO – TROMBONE

- MÁRCIO NEGRI – SAX

- RUBEN SANTANA – BAIXO

- VANDINHO CARVALHO – BATERIA

* 29/08 – SÁBADO – 19h

EBINHO CARDOSO QUARTETO (MT)

- EBINHO CARDOSO – BAIXO

- EDUARDO TAUFIC - PIANO

- ANDRÉ VASCONCELLOS – BAIXO

- SANDRO SOUZA – BATERIA

QUARTETO BRASIL (GO/RJ)

- CRISTOVÃO BASTOS – PIANO

- ZÉ CANUTO – SAX

- BORORÓ – BAIXO

- JURIM MOREIRA – BATERIA

HAMILTON DE HOLANDA QUARTETO (BSB/RJ)

- HAMILTON DE HOLANDA – BANDOLIN

- DANIEL SANTIAGO – VIOLÃO

- ANDRÉ VASCONCELLOS – BAIXO

- XANDE FIGUEIREDO – BATERIA

* 30/08 – DOMINGO - 19h

PAULO RUSSO TRIO (RJ)

- PAULO RUSSO – CONTRABAIXO

- RAFAEL VERNET – PIANO

- KIKO FREITAS – BATERIA

MARCO LOBO QUINTETO (BA/RJ)

- MARCO LOBO – PERCUSSÃO

- KIKO CONTINENTINO – PIANO

- WIDOR SANTIAGO – SAX

- GASTÃO VILLEROY – BAIXO

- ERIVELTON SILVA – BATERIA

A Arte de enxergar a Arte

agosto 10th, 2009 by fernando

Quando abrimos uma revista ou acessamos um sítio especializado em cultura e arte, esperamos (como via de regra) encontrar matérias sobre exposições, novos artistas da esfera contemporânea, o anúncio de festivais relevantes da cena cultural, entre outros assuntos de grande valor agregador à nossa intelectualidade e nosso espírito.

Porém, este texto é dedicado a outra arte: a de enxergar arte no quotidiano, por onde, geralmente, passamos com tanta pressa que verdadeiras exposições artísticas ao ar livre vão – infelizmente – ficando para trás.

Eixo Monumental, 08h10min, 18h01min. Atenção! Olha o sinal, olha o pardal, olha o protesto, olha o… já passou. Os carros carregando habitantes do Patrimônio Cultural da Humanidade vêm e vão cada vez mais l..e..n..t..o..s. Eles acotovelam-se pela parcela de asfalto que lhes é de direito e por vagas nos estacionamentos nada planejados. E assim passam as segundas, as sextas…

Um fato que me alertou para a existência de minha “cegueira quotidiana” foi a feliz visita de uma fotógrafa de Londres, Hannah Taylor, especializada em fotografar arquitetura pelo mundo a fora. Ela precisava de uma intérprete e guia para auxiliá-la em sua missão de retratar Brasília com sua parafernália pra lá de moderna. Como foi um pedido feito por uma amiga muito especial que temos em comum, não pude negar. Estava eu ali, no meu primeiro dia de trabalho como guia e intérprete de Hannah.

As sessões fotográficas eram nos horários mais inusitados. Ao aceitar o convite, pensei em mostrar o pôr-do-sol-cor-de-rosa, a Catedral iluminada, a lua cheia riscando o Lago Paranoá. Foi aí, então, que fui surpreendida pelos verdes olhos que se esgueiravam por detrás daquelas lentes. Eu nem percebia quão clichê estava sendo. Quando a concentração “pré-flash” quase cirúrgica cedia lugar a um bate-papo, falávamos sobre livros, viagens, filmes e sobre a vida. E foi então que comecei a ver a minha cidade com olhos menos viciados e, por conseguinte, a desenvolver uma admiração pela, então amiga, Hannah Taylor.

Eu nunca havia contemplado, por exemplo, a Catedral Rainha da Paz no meio da madrugada em pleno Eixo Monumental ao som da trilha sonora do silêncio. Sabiam que após uma chuva, as gotículas dão um brilho digno de efeitos especiais ao verde que encarpeta a Cidade? E que há uma praça de pedras meio grega, meio Stonehenge, escondida em frente ao Quartel General do Exército? E o balé simétrico das palmeiras no espelho d´agua do Congresso à noite, já assistiram? Quem já deu uma volta completa – a pé – em torno do Congresso Nacional? A cada passo as retas e as curvas vão se fundindo e nos confundindo.

Ao final dos dez dias do novo ofício, não conseguia mais ficar imune às sutilezas que a correria do dia a dia escondeu de mim por tantos anos. Tanto é verdade que estou, neste momento, contemplando a Praça dos Três Poderes, sentada em um banco improvisado, acompanhada de um velho bloco de anotações e uma caneta, tentando finalizar este texto.

Ao contrário do best-seller do “Mago Brasileiro da Ilha de Caras”, não precisei viajar o mundo em busca de um tesouro e ao final descobrir que ele estava aqui. Os claros olhos daquela nova amiga que veio de tão longe haviam feito isso por mim.

Marina Mara

Fonte: www.marinamara.com.br

Festa SiriGaitas

julho 31st, 2009 by fernando

“Festa SiriGaitas” um novo show apresentando composições e um repertório com clássicos dos principais ritmos da música brasileira.
Apresentando sua performance, extraindo de suas gaitas sons de sanfona, pífano e rabeca, Engels promete um show que fará o público se divertir e dançar com muito Samba-Funk, Samba-Rock, Maracatu, Forró e Baião.

A festa conta com a participação das bandas As Juvelinas, tocando música regional nordestina e do Trio Chinelada, aquecendo as zabumbas com o mellhor do Forró e do Baião. Para animar ainda mais a festa, o DJ Ravi tocará algumas brasilidades acompanhado do VJing Fernando Soma, projetando vídeos manipulados ao vivo. A festa ainda reserva um momento poético com a intervenção Consuma Poesia, da poeta Marina Mara.


No BlackOut Bar- Clube da CEB 904 sul (Atrás da UNI-DF)
Dia: 8 de Agosto - sábado!
Horário: 21h30
Investimento: R$ 10,00
Informações: 9978-7788

Taguatinga, reduto da poesia no Planalto Central

julho 13th, 2009 by fernando

O que seria do Rio de Janeiro sem o Samba ou de Recife sem o Frevo? Isso sem falar no Boi Bumbá e no Axé dos nossos baianos. Cada cidade tem a sua particularidade, sua marca que a faz especial a sua maneira. Taguatinga, como não poderia ficar de fora, também tem seus encantos.

A cidade quase foi batizada, a título de homenagem póstuma, de “Presidente Kennedy”, mas optou-se pelo topônimo Tupi Guarani “Taguatinga”, surgido da fusão de Tauá + Tinga, que significa “Barro Branco”, característica geológica da região. Em sua criação, alguns tradutores, equivocadamente, traduziram o termo como “Ave Branca” (Igra + Tinga), o que não tardou em se tornar o símbolo da cidade, presente inclusive em sua bandeira.

Em meio a tantas peculiaridades, talvez a mais marcante seja o fato de Taguatinga ser considerada, por muitos, a cerne da poesia brasiliense. É muito comum encontrarmos poetas recitando suas linhas em bares, em praças acompanhados do violão e principalmente nos saraus que são muito frequentes naquela cidade.

Por que a poesia paira no ar de Taguatinga?

Há algumas possíveis definições acerca dessa bruma poética que paira nos ares de “Taguá”. Segundo o Jornalista Zé Carlos, da coluna Fala Zé do Correio Braziliense,  Taguatinga é originalmente independente de Brasília e, por tanto, desenvolveu também sua independência cultural”. E complementa: “Taguatinga tem origem independente de Brasília, movimentos culturais distintos, ideologias próprias. A função da poesia é tocar, também, os menores-carentes-culturais, por isso o lugar da poesia é na rua, é na nossa comunidade”.

Taguatinga é a melhor opção para os admiradores das artes, pois, regularmente é palco de diferentes saraus como o – já tradicional – Tribo das Artes (www.tribodasartes.org.br), o do Sítio Geranium (www.sitiogeranium.com.br) e o favorito da galera mais jovem, o Soma Cultural (www.somacultural.com.br) que sempre traz em suas edições a apresentação de bandas alternativas, exposições de arte conceitual, além de muita poesia e gente bonita vinda de todos os cantos do DF. “É notória a presença de pessoas de outras cidades, principalmente do Plano Piloto, nesses eventos. Isso é o que faz de Taguatinga o “point” da poesia do D.F”, comentam Fernando Teles e Rafael Marques, idealizadores do Soma Cultural.

A poesia taguatinguense não tem hora nem local, ela simplesmente surge numa mesa de bar, em shows… e isso é o que faz de Taguatinga o Monte Parnasus do Planalto Central.

Marina Mara

fonte: www.marinamara.com.br

FESTA DE LANÇAMENTO DO COLETIVO CULTCHA

junho 29th, 2009 by fernando

Com as bandas:

HIGH HIGH SUICIDES

MARCOS MOTOSIERRA (Uruguai)
(tocando músicas do Motosierra com o High High Suicides)

RIVER PHOENIX

VALDEZ

Sábado, dia 04 de julho, às 22h.
Botequim Blues (Praça do DI, Taguatinga)
R$ 5,00. (Os 50 primeiros ganham CD Coletânea Coletivo Cultcha)
Discotecagem: André Kalil.

Não recomendado para menores de 18 anos
Informações: 8530-3462 ou 9901-4457

Filme “Parto Orgasmico” no espaço motirô

junho 24th, 2009 by fernando

Nessa quinta feira dia 25 a partir das 20:00hs, estaremos recebendo no Coletivo Motirô a visita da Doula Clarice Andreozzi para a exibição do filme “Parto Orgasmico”, e para um bate papo ao final.
Todos são bem vindos. Filhos, pais e mães.
Coletivo Motirô fica na Area Especial Mercado Sul, QSB13 Bl B. Loja 03 - Taguatina DF

Sinopse:

Desafiando o mito de que é doloroso e perigoso por natureza e deve ser
deixado nas mãos dos médicos, o filme mostra as potencialidades
emocionais, espirituais e físicas do parto. Acompanhamos de forma
íntima onze mulheres que num trabalho de dar a luz o mais natural
possível, gemem, beijam, riem e até gozam. O depoimento de vários
especialistas no assunto, médicos e parteiras, junto com as mães,
comprovam que estatisticamente esta é uma forma de parir mais saudável
e mais segura, tanto para a mãe quanto para o bebê.

Direção: Debra Pascali-Bonaro

Fotografia: David A. Ford

Música:  John Mcdowell

Ano: 2007

Duração 87 min

Trailer: